O amor? nada sei.
Assim, não falo sobre. Para não perder-me em meio ao vão da ciência.
Nada importa. Se é um fim impor turnos que nos mata com lentidão ou rapidez, senão, um meio.
Não adianta. Se tiver que amar, será, senão, contra sua própria vontade, com ou sem dor. Não há o que fazer.
Uma vida renovada, sem barreiras, desconstruída, como uma bola de canhão a espreita no canto da sala, esperando por uma guerra onde irá vingar de uma maneira, um prazer que ela o sabe.
Sem transmitir pesar por qualquer um de vós que amais com vigor, termino com esse baboseiro sem indício algum ou rancor.
