Era uma vez uma história que começava pelo começo.
Conforme progredia, avançava para o seu meio, onde entraria em êxtase e cumpriria todos os seus objetivos até aqui expostos, nesse ínterim que o levara a seu próprio fim.
Uma belíssima história. Comovente e intrigante como toda boa história tem de ser.
A parte que eu mais gostei foi aquela em que um dragão aparece voando, atravessando e rasgando o papel que o compunha, transformando-o em cinzas com seu lança chamas.
Foi ilário vê-lo ressurgir, como uma fênix, das cinzas que restara da história. Mágia? eu pensei, mas é só um livro.
A tecnologia pode ser surpreendente para quem não acompanha as necessidades do desenvolvimento, essa fera chamada "humanismo", onde você se adapta ou eles te enquadram com um rótulo.
"Aqui jaz mais um".
É quando forjam um produto, algo que o substitua, e não de forma simplória, mas extraordinariamente.
Contudo, se fostes uma boa pessoa, eu mesmo te colocarei sobre o muito.
Sou mestre na escola da vida, ou de que outra maneira aprenderia?
São as razões que nos envolvem e formam um senso, um juízo.
E, está clara a razão que nos trouxe até aqui, está evidente.
— O poder sem controle, sem domínio, pode vir a ser destrutivo. E não é esse o preço que se paga pela tal da desobediência?
